Oficinas

As oficinas do Diálogo Interbacias estarão concentradas no dia 24 de setembro entre 14h30 e 19h30. As inscrições deverão ser realizadas previamente e serão encerradas conforme as vagas forem preenchidas.

OFICINAS

1. Elaboração de Projetos de Educação Ambiental – FEHIDRO

Ementa:
Etapa 1 – parte teórica:
– Educação Ambiental
– Projetos
– FEHIDRO (definição, pré-requisitos)
– Projetos de Educação Ambiental no FEHIDRO (estrutura, como fazer)
– Gestão de projetos

Etapa 2 – atividades práticas:
– Oficina “Elaboração de Projetos de Educação Ambiental”

Público:
Interessados na Tomada de Recursos do FEHIDRO para elaboração de projetos de EA e demais interessados.

Responsável:
Andréia Cristina de Oliveira – Coordenadoria de Educação Ambiental, Secretaria de Estado do Meio Ambiente


2. Sustentabilidade na Gestão Pública

Ementa:
Sustentabilidade na administração pública, que parte do princípio de que a administração pública deve dar o exemplo na mudança dos padrões de produção e consumo. Essa agenda não é restrita ao meio ambiente. Ela é muito mais ampla e trata de sustentabilidade, ou seja, envolve reduzir desperdícios, economizar recursos públicos, proteger o meio ambiente e proporcionar qualidade de vida no trabalho.

Atualmente, é a principal ação para o estabelecimento de um novo padrão de responsabilidade nas atividades-meio da gestão pública. O objetivo principal é o de estimular os gestores públicos a incorporar princípios e critérios socioambientais nas ações e na atuação do governo, levando à economia de recursos naturais e à redução de gastos institucionais por meio do uso racional da água e energia elétrica e bens e serviços e da gestão adequada dos resíduos.

Público:
Gestores Públicos e demais interessados no tema.

Responsável:
Adv. Patricia Barbosa Fazano – Especialista em Gestão Ambiental (UFSCar); Especialista em Gestão Pública (FEMA/INBRAPE); Especialista em Educação Ambiental (UnB); Assessora da Diretora Adjunta da Fundação Florestal


3. Uso consciente da Água – Jogos Educativos

Ementa:
A Educação Ambiental é o meio pelo qual se faz a propagação do conhecimento e de ensinamentos que auxiliam na formação de cidadãos responsáveis e envolvidos com o meio ambiente. Neste contexto, a inserção desta no ambiente escolar, em todos os níveis de conhecimento e classes sociais, é de extrema importância para que a humanidade possa crescer e viver de forma sustentável e conveniente.

Em relação a essa questão, cabe ao professor o trabalho de criar situações de aprendizagem que oportunizem ao indivíduo não somente o contato com o conhecimento, mas, principalmente, os seus processos de obtenção e o desenvolvimento de habilidades científicas. (SCHOROEDER, Edson et al, 1994). Nesse contexto, a implementação e avaliação de uma oficina relacionada ao Uso Consciente da Água se torna uma excelente ferramenta para debater a questão da escassez hídrica de forma lúdica e eficaz.

Objetivo:

A oficina tem como objetivo promover uma ação educativa, articulando os saberes dos indivíduos, formando atitudes conscientes e sensibilização ambiental.

Conteúdo:

• Uso sustentável da água;
• Uso múltiplo da água;
• Disponibilidade da água;
• Meio ambiente e falta de água;
• Desperdício de água, atitudes para contribuir com a economia de água;
• Valor da água;
• Realidade vivida em relação à água.

Público:
Educadores dos Ensinos Formal e Informal e demais interessados no tema.

Responsável:
Professora Dra. Alba Regina Azevedo Arana – Coordenadora do Mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional MADRE – UNOESTE – Universidade do Oeste Paulista de Presidente Prudente

4. Prevenção, controle e análise de risco de ravina e boçoroca na Área Urbana

Objetivo:

O objetivo deste curso é reunir o conhecimento sobre prevenção, controle e análise de risco dos processos erosivos lineares urbanos (ravina e boçoroca). Capacitar os participantes a serem agentes multiplicadores nas questões dos conhecimentos dos processos erosivos no corpo técnico das prefeituras e integrantes dos Comitês Bacias Hidrográficas do estado de São Paulo. Abordar os conceitos básicos, discutir a aplicabilidade e limitações de métodos de controle e apresentar alguns exemplos de controle de erosões urbanas no Estado de São Paulo.

Justificativa:

No cadastro realizado nos processos erosivos urbanos no Estado de São Paulo em 2012 constataram-se diferentes situações que ofereciam, aparentemente, maior ou menor risco ao meio urbano. A partir dessas constatações detectou-se a necessidade da elaboração de um método capaz de quantificar o grau de risco que o meio urbano está submetido a partir da reativação/evolução de um determinado processo erosivo linear. Para tanto, seria necessário estabelecer critérios para determinar o grau de suscetibilidade para a reativação/evolução do processo e o grau de vulnerabilidade do elemento sobre risco. Esse método é importante para os municípios que possuem várias erosões urbanas, uma vez que permitiria, em função do grau de risco, estabelecer níveis de criticidade, permitindo assim, por meio de um planejamento, priorizar as ações para estabilizar ou recuperar esses processos e viabilizar a obtenção dos recursos necessários. É necessária uma visão da gestão moderna no disciplinamento do escoamento das águas pluviais urbanas e rurais, para o gerenciamento adequado dos Recursos Hídricos, com vistas a um desenvolvimento econômico e técnico sustentável. Hoje, no entendimento destes processos é importante a dedicação de profissionais de várias áreas no combate à erosão no território paulista e nacional.

Público:
O curso é voltado para profissionais municipais, membros do Comitê da Bacia Hidrográfica, educadores e técnicos que atuam no ambiente urbano e rural na gestão dos recursos hídricos no Estado de São Paulo.

Responsável:
Gerson Salviano de Almeida Filho – Tecnólogo Civil, Mestre – Possui graduação em Tecnologia Civil pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1988), mestrado em Engenharia Civil pela Universidade Estadual de Campinas (2000) na área de Recursos Hídricos; Atualmente é pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo.